segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Conto 1

Agora sim, o 1º, o precursor, aquele que você escreve e fica com vergonha de mostrar pra todo mundo (ainda tenho, mas fazer o que né!) bom, espero que gostem.


Madrugada. Névoa. Um homem caminha sozinho pela rua escura. Apressado. Nervoso. Parece fugir de alguém. Ele para, repentinamente, à sua frente, sombras do que parece ser um homem muito grande se contorcendo do outro lado do beco.
O homem, mais apressado do que antes, de repente se vê correndo para o outro lado, fugindo, a demonstra que quem estava naquele beco o ouviu, e que também saiu correndo, como o vento, para o outro lado.
O fugitivo finalmente encontra uma rua um pouco mais clara, onde quem o visse notaria que suas roupas estavam puídas, e sua expressão era de puro pavor. Ele escuta um urro ensurdecedor, como se um grande animal estivesse por perto. Isso o fez olhar para traz, e o que viu o deixou em pânico.
A criatura tinha aparência difusa. Parecia humana, mas também parecia um animal, e agia como um. Ela correu em direção do homem para atacá-lo, mas este pegou uma faca que possuía escondida em suas vestes.
O confronto foi inevitável, o homem conseguiu cravar sua faca no peito da criatura, que caiu morta ao seu lado, mas não antes de ferir mortalmente sua presa, que morreu também ao seu lado.
Nessa noite, o caçador se tornou a presa, e a presa se tornou um caçador mortal.

domingo, 29 de agosto de 2010

Conto 2


Sim, esse é meu segundo conto, o 1º ainda não digitei, mas logo estará disponivel para vocês.

Uma noite chuvosa. Tempestade. Relâmpagos cortam o céu escuro, iluminando tudo, e criando sombras assustadoras por todos os lados.
Em uma casa qualquer, onde todos dormiam uma senhora, a dona da casa, que morava com seus filhos, acorda assustada com o barulho de estranhas batidas e pancadas vindos da sala e que chegavam ao seu quarto, deixando-a apreensiva.
Ela levanta, e vai em direção aos sons, tentando identifica-los, sem sucesso algum.  Os raios não dão trégua, e a chuva fica cada vez mais forte, os clarões projetam sombras horripilantes dentro da casa, e a mulher vê entre elas a sombra de uma pessoa, com um objeto estranho na mão, e a cada trovão essa sombra se mostrava numa posição diferente.
De repente, os sons param. A sombra do homem para, e se pode ouvir: “Você finalmente chegou, e agora, você vai morrer!”.
A mulher não reconheceu a voz, e sofreu um ataque cardíaco mortal, devido ao susto.
O homem ouviu o grito da senhora, antes de ela cair morta, pausou o jogo no seu Nintendo WII e chorou pela morte da sua mãe.